Quarta-feira, 22 de Novembro de 2017

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E.B.D
Publicada em 25/12/16 as 17:04h - 6197 visualizações
Lição 1 - As Obras da Carne e o Fruto do Espírito

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 (Foto: formosogospel.com.br )

Lição 1 - As Obras da Carne e o Fruto do Espírito

 

 

Texto Áureo

 

 

"Digo, porém: Andai em Espírito e não cumpríreis a concupiscência da carne." (G15.16)

 

 

Verdade Prática

 

Paro vencer as obras da carne precisamos andar em Espírito.

 

 

INTRODUÇÃO

—       O que é caráter?  Como deve ser o caráter cristão?  E o fruto do espírito?  O que ele tem a ver com o meu jeito de ser, pensar, agir?  Por que eu tenho que ser diferente dos não-crentes?

DEFINIÇÃO

—      De acordo com o dicionário aurélio, caráter é a qualidade inerente de uma pessoa que a distingue de outra; é o conjunto de traços particulares, o modo de ser de um indivíduo,sua natureza e temperamento que o faz ser que é.

—    O Caráter: É o que formamos (construimos) ao longo da vida, à medida que nos relacionamos com as pessoas e com o meio que nos cerca; é aquilo que aprendemos ser, através do ensino, dos exemplos e daquilo que é aceito socialmente.

 

I. ANDAR NA CARNE X ANDAR NO ESPÍRITO

a.      Significado: viver de acordo com os impulsos, viver para satisfazer a si mesmo, atender suas vontades próprias; luxúria; hedonismo — estado de rebelião e autonomia.

b.      Servir a si mesmo: 'cujo deus é o ventre"; "servir ao ventre" - figura empregada para descrever o andar por seu próprio governo (rejeita o governo de Deus) e para satisfazer seus próprios desejos (rejeita a natureza humana físico/espiritual).

               i. "Cujo fim é a perdição; cujo Deus é o ventre, e cuja glória é para confusão deles, que só pensam nas coisas terrenas" (Fp 3.19; compare com 2Tm 4.10).

             ii."Porque os tais não servem a nosso Senhor Jesus Cristo, mas ao seu ventre; e com suaves palavras e lisonjas enganam os corações dos simples" (Rm 16.18).

c.      Tríade do pecado: (1) a carne como pecaminosidade é inclinada para o (2) mundo e subordinada ao (3) diabo, conforme Efésios 2.2.

               i.Carne: incredulidade, ansiedade (Mt 6.25,28,31; Lc 12.29); religiosidade (Mc 7.5); trevas (Jo 8.12; 1Jo 1.6); soberba, orgulho (1Co 4.19); astúcia (2Co 4.2), vaidade da mente (Ef 4,17), tolice, necedade (Ef 5.15), desordenado (1Ts 3.6,11), queixosos, murmuradores, concupiscências (Jd 1.16,18)

             ii.Mundo: ou século, era (Tt 2.12); o sistema organizado contrário a Deus; não se refere ao planeta (Hb 11.3) nem as pessoas (Jo 3.16); o sistema que rege os homens (1Co 3.3), o curso do mundo (Ef 2.2), a vontade dos gentios (1Pe 4.3), a carne (2Pe 2.10; 3.3; 1Jo 2.11).

           iii.Diabo: ou maligno que opera nos filhos da desobediência; "o mundo jaz no maligno" (1Jo 5.19); "Agora é o juízo deste mundo; agora será expulso o príncipe deste mundo" (Jo 12.31; 14.30; 16.11); deus deste século (2Co 4.4); príncipe das potestades do ar (Ef 2.2); príncipe das trevas deste século (Ef 6.12); império da morte (Hb 2.14).

 

d.      Tríade da carne: (1) prazer imediato ("concupiscências da carne"), (2) possuir  ("concupiscência dos olhos") e (3) superestimar a si mesmo ("soberba da vida"), conforme 1 João 2.16. 

               i.Concupiscência da carne: atender os desejos, apetites e impulsos imediatos, independente das conseqüências; o coração engana e seduz mas não controla as conseqüências dos atos humanos carnais;

1. "revesti-vos do Senhor Jesus Cristo, e não tenhais cuidado da carne em suas concupiscências" (Rm 13.14);

2. "Andai no Espírito e jamais satisfareis a concupiscência da carne" (Gl 5.16,24).

3. "Porque também nós éramos noutro tempo insensatos, desobedientes, extraviados, servindo a várias concupiscências e deleites, vivendo em malícia e inveja, odiosos, odiando-nos uns aos outros" (Tt 3.3).

4. Outras citações: 1Pe 1.14; 2.11; 4.2,3; 2Pe 1.4; 2.10,18; 3.3; Jd 1.16,18).

             ii.Concupiscência dos olhos: ambição, desejo de possuir; atração pelas belezas do mundo — do original kosmos (grego), ou ordem, ornamento (cosmético);

1. "Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé..." (1Tm 6.10).

2. "Não atentando nós nas coisas que se vêem, mas nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eternas" (2 Co 4.18).

3. "(Porque andamos por fé, e não por vista)" (2 Co 5.7).

  iii.Soberba da vida: soberba, do grego superbios, ou superephanos ou superestimar a si mesmo; altivez; o contrário da humildade; Deus resiste o soberbo mas concede graça aos humildes (Tg 4.6; 1 Pe 5.5).

1. "... digo a cada um dentre vós que não pense de si mesmo além do que convém; antes, pense com moderação, conforme a medida da fé que Deus repartiu a cada um" (Rm 12.3).

2. "Porque, se alguém cuida ser alguma coisa, não sendo nada, engana-se a si mesmo" (Gl 6.3).

3. Outras citações: 2Co 10.5; 1 Tm 6.17.

e.      carne X pecado: o pecado (carne) contaminou o homem inteiro; é o homem todo — não sua carne/corpo apenas — que, sob domínio do pecado, peca com atos (corpo), palavras (língua) e pensamentos (mente) — tudo que é e faz.  

f.        carne X morte: a lei de Deus revela o pecado e o pecado gera a morte; como todos os homens pecaram e todos os homens têm conhecimento moral de certo e errado, todos estão sob o domínio do pecado e da morte, pois "o salário do pecado é a morte" (Rm 6.23).  

 UMA ILUSTRAÇÃO DE ANDAR SEGUNDO A DIREÇÃO DE DEUS

a.      Antigo Testamento: quando o povo de Israel estava peregrinando pelo deserto, uma nuvem sobre o tabernáculo os guiava de dia e de noite; a nuvem representava a constante presença de Deus sobre o Seu povo; segundo o movimento da nuvem, o povo parava ou andava (Nm 9:16, 18-19, 22-23).

b.      Novo Testamento: o Espírito Santo foi dado à igreja para guiar, orientar, consolar, edificar, santificar; o cristão é templo do Espírito Santo (1Co 3.16).

 

II. OBRAS DA CARNE, UM CONVITE AO PECADO

São três os principais elementos que desencadeiam a ambição humana:

1. Poder. O poder é o direito de agir, mandar, deliberar e exercer autoridade sobre as coisas, pessoas, instituições e nações (Ec 8.2-4). As pessoas dotadas de poder são aquelas que impõem a sua vontade sobre as outras, controlando e manipulando-as segundo o seu próprio querer. Muitos líderes políticos que ambicionaram incontrolavelmente o poder, como Hitler, cometeram as maiores atrocidades contra a humanidade (Mq 2.1). Outros exerceram o poder de modo positivo, como os reis piedosos de Israel e Judá (1 Rs 15.11,23; 22.43,46). Porém a Bíblia afirma categoricamente "que o poder pertence a Deus" (Sl 62.11; 66.7; 147.5; Mt 6.13; 1 Tm 6.16).

2. Dinheiro. A cobiça pelo poder e o desejo irrefreável de adquirir riquezas são inseparáveis. Para os que possuem estas pretensões, o acúmulo de bens materiais nunca é suficiente (SI 62.10; PV 30.15); o ter é mais importante que o ser. Nas prateleiras das livrarias somam-se, a cada ano, livros que alimentam a ambição pelas posses, entretanto, tais obras nunca alertam que o "amor do dinheiro é a raiz de toda espécie de males" (1 Tm 6.10).

3. Sexo. A sexomania está intimamente atrelada à sede de poder. Devido à condenável liberação sexual na sociedade de hoje, a prática do sexo ilícito tornou-se um dos pecados mais comuns e perniciosos de nosso tempo. Vivemos em um mundo erotizado, cujos padrões morais estão cada vez mais frouxos e degenerados (Sl 14; Rm 1.18-32; 3.23). O que se vê é o aumento assustador da pornografia, prostituição, homossexualidade e infidelidade conjugal (Rm 1.21-27). Todavia, as Sagradas Escrituras nos exortam à completa e perfeita santidade (1 Co 6.18-20; 1 Ts 4.3-7; 5.23).

1. Dominando a sede de poder. Os pecados de avareza (Cl 3.5; Hb 13.5; 2 Pe 2.2,3,14), ambição (Mc 4.19; Rm 12.16), soberba (Mc 7.21,22; 1 Jo 2.16) e concupiscência dos olhos (1 Jo 2.15-17) devem ser vencidos, mediante a fé no sangue de Jesus (Rm 5.1). Todos esses pecados podem ser dominados, mortificados e purificados pelo poder do sangue de Cristo, derramado por nós, e pela virtude do Espírito Santo que em nós habita (1 Jo 1.7,9; Rm 6.4; 8.2,13).

2. Dominando a cobiça pelo dinheiro. Segundo a Bíblia é impossível servir a Deus e às riquezas ao mesmo tempo (Mt 19.23-26; Pv 16.5), porque o senhorio de Mamom é contrário ao de Cristo (Mt 6.24). Portanto, cada cristão deve examinar a si mesmo e perguntar: "Sou cobiçoso?" "Sou egoísta?" "Aflijo-me, perdendo a paz e o sono para ficar rico?" "Tenho intenso e incontido desejo de honrarias, prestígio, fama, poder e posição?" Já os que são ricos, não devem julgar-se como tal, e sim, como administradores dos bens de Deus (Lc 12.31-34, 42,43). Os tais devem ser generosos e fartos em boas obras (Ef 2.10; 4.28; 1 Tm 6.17-19).

3. Dominando os desejos carnais (2 Tm 2.22). A concupiscência da carne e dos olhos e a soberba da vida são inclinações pecaminosas que não devem dominar o crente (1 Jo 2.15-17; Gl 5.19-21). A Palavra de Deus nos admoesta a andarmos em Espírito: "Andai em Espírito e não cumprireis a concupiscência da carne" (Gl 5.16).

 

 

III. FRUTO DO ESPÍRITO, UM CHAMADO PARA SANTIDADE

 

 

 

 

O fruto do Espírito é a expressão da natureza e do caráter de Cristo através do crente, ou seja, é a reprodução da vida de Cristo no crente. Por si só, o homem não tem condições de produzir o fruto do Espírito. Sua inclinação natural será sempre de produzir os frutos da carne. Contrastando com os frutos (ou obras) da carne, o fruto do Espírito possibilita ao autêntico cristão viver de modo íntegro diante de Deus e dos homens. É necessário que o crente submeta-se incondicionalmente ao Espírito Santo. O '...Fruto...' de Gálatas 5:22, conceituado como 'expressões do caráter cristão', está no singular provavelmente por tratar-se de uma única notável virtude implantada pelo Espírito Santo de uma só vez no crente.

É através do fruto do Espírito que o cristão participa da natureza divina.

 

 

CONCLUSÃO

 

O crente fiel a Deus não ambiciona as coisas elevadas desse mundo, mas entrega-se ao Senhor confiando que é poderoso para suprir todas as suas necessidades, quer nas áreas social e financeira, quer na espiritual. O que o filho de Deus realmente aspira, é a presença do Senhor (Sl 42.1), seus dons (1 Co 14.1) e seu Reino (Mt 6.33), pois está certo que as demais coisas lhe serão acrescentadas.

 




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